Há poucos minutos, estava navegando numa rede social quando recebi uma mensagem. "Segue? sdv". De início, fiquei me perguntando o que raios era "sdv", até que finalmente entendi que era "sigo de volta". Comecei a pensar sobre essa de "segue. Sigo de volta". O que seguir alguém nas redes sociais acrescenta na vida? Ou ter muitos seguidores? Qual é a importância disso? Ter muitas curtidas numa foto? Que tipo de pessoas estamos sendo agora?
A nossa sociedade está no meio de uma competição. Uma competição sem prêmio no final. Quem tem mais seguidores, mais amigos, vai em mais festas, tem o namorado(a) mais bonito, mais curtidas numa foto, quem tem mais vida social, o perfil mais bombado... Como assim, gente? Que tipo de pessoas estamos sendo? O que temos feito com o nosso tempo?
Todo mundo sempre fala que devemos ser a melhor versão de nós, a melhor versão para o mundo, ter conteúdo, saber das coisas, ser informado. A uma briga - um sermão - para sermos cabeças pensantes e críticos, mas parece que esses debates não servem para nada. As músicas de real cultura e que têm realmente uma letra aparentam que perderam o seu significado; são apenas músicas cantadas e que por serem "clássicos" todo mundo ouve. Músicas que retratam o melhor do ser humano e imploram para a humanidade crescer e ser mais. Ter mais caráter, ser mais cabeça; não ser tão primitivo.
A humanidade toda está correndo contra o tempo e reclamando tanto por tê-lo tão pouco; mas como temos usado o nosso tempo? Se pararmos para analisar, temos tempo suficiente, entretanto jogamos mais da metade dele no lixo não fazendo absolutamente nada. Um exemplo disso é a situação descrita no começo deste texto. Ficar passando o tempo navegando numa rede social que não serve para nada, só para ser canal de fofoca da vida alheia. Que mundo é este? Que droga de sociedade é esta? População alienada; atrás de seguidores no Instagram. Cadê os valores que importam? Cadê a amizade verdadeira, a vida real, os sentimentos reais, as pessoas reais? A humanidade reclama de si mesma, porém não muda? Para que perder tempo reclamando por uma coisa que ninguém quer mudar? Reclamar é fácil, difícil é fazer.
O que ter seguidores define em você? Ter curtidas em mais fotos? Ser a mais bonita? Usar o melhor efeito no Instagram para - supostamente - te deixar mais bonita? O que isso fará na sua vida? O que isso a melhora? O que isso te define? O que isso faz? NADA! ABSOLUTAMENTE NADA! Então, para que ficar nessa besteira de ganhar mais seguidores? Nessa competição palerma, infundada, mesquinha e estúpida de uma droga de sociedade alienada que é egocêntrica e materialista; o que isso resolve os nossos problemas e melhora o mundo?
Como disse Margo Roth Spielgeman: "pessoas de papel; cidades de papel". No fim das contas, agora entendi com perfeição o que John Green quis passar com esse livro. E não parece ser apenas um "livrozinho de adolescentes".
Siga-me no Instagram que eu te sigo de volta.
A nossa sociedade está no meio de uma competição. Uma competição sem prêmio no final. Quem tem mais seguidores, mais amigos, vai em mais festas, tem o namorado(a) mais bonito, mais curtidas numa foto, quem tem mais vida social, o perfil mais bombado... Como assim, gente? Que tipo de pessoas estamos sendo? O que temos feito com o nosso tempo?
Todo mundo sempre fala que devemos ser a melhor versão de nós, a melhor versão para o mundo, ter conteúdo, saber das coisas, ser informado. A uma briga - um sermão - para sermos cabeças pensantes e críticos, mas parece que esses debates não servem para nada. As músicas de real cultura e que têm realmente uma letra aparentam que perderam o seu significado; são apenas músicas cantadas e que por serem "clássicos" todo mundo ouve. Músicas que retratam o melhor do ser humano e imploram para a humanidade crescer e ser mais. Ter mais caráter, ser mais cabeça; não ser tão primitivo.
A humanidade toda está correndo contra o tempo e reclamando tanto por tê-lo tão pouco; mas como temos usado o nosso tempo? Se pararmos para analisar, temos tempo suficiente, entretanto jogamos mais da metade dele no lixo não fazendo absolutamente nada. Um exemplo disso é a situação descrita no começo deste texto. Ficar passando o tempo navegando numa rede social que não serve para nada, só para ser canal de fofoca da vida alheia. Que mundo é este? Que droga de sociedade é esta? População alienada; atrás de seguidores no Instagram. Cadê os valores que importam? Cadê a amizade verdadeira, a vida real, os sentimentos reais, as pessoas reais? A humanidade reclama de si mesma, porém não muda? Para que perder tempo reclamando por uma coisa que ninguém quer mudar? Reclamar é fácil, difícil é fazer.
O que ter seguidores define em você? Ter curtidas em mais fotos? Ser a mais bonita? Usar o melhor efeito no Instagram para - supostamente - te deixar mais bonita? O que isso fará na sua vida? O que isso a melhora? O que isso te define? O que isso faz? NADA! ABSOLUTAMENTE NADA! Então, para que ficar nessa besteira de ganhar mais seguidores? Nessa competição palerma, infundada, mesquinha e estúpida de uma droga de sociedade alienada que é egocêntrica e materialista; o que isso resolve os nossos problemas e melhora o mundo?
Como disse Margo Roth Spielgeman: "pessoas de papel; cidades de papel". No fim das contas, agora entendi com perfeição o que John Green quis passar com esse livro. E não parece ser apenas um "livrozinho de adolescentes".
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