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''Aprendi que não posso exigir o amor de ninguém,
posso apenas dar boas razões para que gostem de mim,
e ter paciência para que a vida faça o resto.''
(William Shakespeare)

25.7.13

Feliz dia do Escritor!

  Para os amantes da literatura, o que seriam sem eles? Não sei lhe responder isso, mas tenho meus palpites.
   A negligência quanto a coisas importantes é grande, isso envolve os escritores. Que trabalham duro, gastam tempo e criatividade para, às vezes, simplesmente tocar o coração das pessoas e tentar amolece-los.
   O que seria de mim sem a escrita? Simplesmente uma pessoa morta. Com um enorme vazio por dentro. Um buraco no coração. Um pedaço da alma faltando. Poderia citar vários exemplos, mas creio que você já entendeu.
  Precisamos valorizar mais nossos belos escritores e sempre estimulá-los a expressar seus sentimentos com a escrita.
  Para quem escreve, um feliz dia do escritor a você e para quem lê um feliz dia de leitura. Dê parabéns ao seu escritor favorito.

  Feliz dia do Escritor!

20.7.13

[Resenha] A Travessia - William P. Young

''Um derrame cerebral deixa Anthony Spencer, um multimilionário egocêntrico, em coma. Quando ''acorda'', ele se vê em um mundo surreal habitado por um estranho, que descobre ser Jesus, e por uma idosa que é o Espírito Santo.

À sua frente se descortina uma paisagem que lhe revela toda a mágoa e a tristeza de sua vida terrena. Jamais poderia ter imaginado tamanho horror. Debatendo-se contra um sofrimento emocional insuportável, ele implora por uma segunda chance.

Sua prece é ouvida e ele é enviado de volta à Terra, onde viverá uma experiência de profunda comunhão com uma série de pessoas e terá a oportunidade de reexaminar a própria vida. Nessa jornada, precisará ''enxergar'' através dos olhos dos outros e conhecer suas visões do mundo, sua esperanças, seus medos e seus desafios.

Na busca de redenção, Tony deverá usar um poder que lhe foi concedido: o de curar uma pessoa. Será que ele terá a coragem de fazer a escolha certa?''



No começo do livro foi impossível eu não comparar A Travessia com A Cabana, mas conforme lia página após página, a única coisa em comum com o segundo e o primeiro é a escrita do William P. Young. O especial de ambos os livros é como ficamos surpresos em como A Trindade pode aparecer em diferentes tipos de pessoas, isso acaba quebrando a ideia fixa de que Jesus, Espírito Santo e Deus são todos homens.

Achei Tony Spencer um tanto infantil para um homem de 40 anos. Em algumas de suas falas, ele parece um adolescente falando.

Maggie é tão desesperada para ter um homem ao seu lado que chega a ser ridículo e cômico. Foi hilária a cena que ela saiu correndo pela igreja gritando que estava possuída.

Tem um personagem chamado Jack. Quem é Jack? Ele apareceu do nada e some do nada. Ainda não entendi o sentido dele na história. Fiz uma pesquisa no Google, cheguei ao resultado, mas ainda não entendi quem ele realmente é.

O final foi completamente evasivo. Várias perguntas que ficaram sem resposta no final da história. Afinal, Tony morreu? Maggie casou com o cara? Lindsay foi curada? O que aconteceu com Cabby? E a Molly?

O livro é ótimo, mas o final ficou deixando a desejar.

Fiquei decepcionada com a Arqueiro também. Todos os exemplares que vi tinham ''orelinhas'' nas páginas e alguns até com cola na lombadinha. A Travessia foi o primeiro livro da editora Arqueiro que comprei e quando for comprar o próximo, terei que analisar tudo.

17.7.13

[Texto] Admirando o céu, percebi...

      Estava um lindo céu estrelado para uma noite de inverno. Atualmente, o clima anda tão louco com esses problemas ambientais que faz sol quando se devia chover. Mas, talvez deva agradecer, pois se o céu estivesse inundado por núvens pesadas e acinzentadas de chuva não poderia as enxergar. Parei um pouco com as minhas atitudes negligentes perante a bela paisagem natural que posso admirar sem pagar nada.
      Haviam três estrelas totalmente perceptíveis, elas queriam total atenção, gostavam de ser admiradas e sempre brigavam uma com a outra competindo atenção. Eram brilhantes e totalmente óbvias, seria impossível não as ver. Inicialmente eu as olhava e ficava as imaginando a milhões e milhões de quilômetros distante da esfera Terra. Sempre brilhando e brilhando, chamando total atenção para si. O que as levou a quererem tanta atenção? Ao certo, não sabia o que responder, mas estaria mentindo se não dissesse que inúmeras possibilidades passaram pela minha cabeça. Trauma, carência, falta de atenção em algum momento, etc. Será que poderia as ajudar se soubesse? A resposta estava tão clara, fechei meus olhos e estava andando as escuras procurando a saída quando já a tinha encontrado. Seria carência.
       Passei tanto tempo observando e pensando nas três estrelas carentes que cansei de simplesmente olhar para as mesmas coisas e não ver nada de diferente. Vasculhei o céu infinito que estava próximo aos meus olhos castanhos-médios e as lentes que precisava utilizar e achei uma pequena, tadinha, senti pena assim que forcei minhas vistas para a enxergar, estava quase desaparecendo. Seu brilho quase nem era perceptível se comparando as outras três. Mas, ela tinha algo que nenhuma das três luminosas carentes tinham; humildade. A pequena não queria atenção, não competia por tal, simplesmente estava lá. Brilhando para si e não para os outros. Ela estava contente consigo mesma, não se importava com as outras que roubam a atenção de todos. Será que outros já a haviam notado? Certamente, levaria essa pergunta ao travesseiro e jamais teria a resposta. Mas, pouco me importava com isso. Simplesmente, fiquei feliz por tê-la notado. Enquanto a observei, ela se ligou a mim e comunicou-se comigo de forma que nenhum ser humano jamais fizera.
       Sai da janela. O frio já era demasiado, meus dedos se movimentavam com certa dificuldade, estavam parecendo cubos de gelo. Mas, antes de virar minhas costas, prometi aos céus e a mim mesma que voltaria mais vezes para deixá-las se ligarem a mim. Deixarei de ser tão negligente com isso. Sempre arranjarei tempo para elas. Conversaria e amaria-as. Mas, principalmente ajudaria aquelas três luminosas carentes.

6.7.13

[Poesia] Amiga Verdadeira

Conhecemo-nos a pouco tempo,
Mas, será que isso representa algo?
Digo-lhe que não.

Tempo não é algo que se deve levar em consideração
Quando há demasia intimidade
Mas, acima de tudo, uma amizade com sinceridade.

Somos iguais,
com sentimentos intensos
E um vício extremo.

Já passei por   tudo isso
E quero ajudar.

Você quer ser amado,
Mas procura no lugar errado.

É tão cabeça dura,
Que não se convence da verdade.

Escrevo esses versos para você,
Meu amigo que tanto amo.
Mas, com coração insano.

E nunca se esqueça,
Que estarei aqui para ajudá-lo,
Mas, acima de tudo, para amá-lo.