Esse livro estava na minha lista há bastante tempo, mas, depois de ficar em dúvida na livraria em qual livro comprar, levei esse - mais pelo tamanho do que pela história - e aqui estou eu.
''Quando se vive por mais de quatrocentos anos, não é fácil se emocionar. Tudo é embotado, visto através de uma lente suja pelo tempo. Pelos erros. Pelas perdas... Nastasya passou as últimas décadas vivendo no limite. A próxima festa, o próximo golpe, um novo - e descartável - amor. Não se importa com ninguém. Não sente coisa alguma.
Até testemunhar seu melhor amigo, um imortal das trevas, torturar um homem. A vida precisa ser mais que isso, não? Qual o objetivo de existir para sempre, se não se é feliz? Em fuga numa espécie de retiro para os de sua espécie. A propósito, Nastasya não pode morrer. Bem, não como os humanos.
No entanto, paz é a última coisa que ela encontra ali. Em seu lugar, Nastasya acha o sexy Reyn, intrinsecamente ligado a uma história enterrada. Fundo. Há séculos. Um deus viking estranhamente familiar. Irritantemente perfeito. Quem é ele? E, pior, por que seu inconsciente insiste em vê-lo como um mostro do passado?
Agora, ela terá de aprender a lidar com o jovem... E com a própria vida. Ao mesmo tempo que precisa se esconder de seus antigos companheiros, descobrir a chave de seu poder e assumir o lugar como herdeira da magia de sua família. Complicado? Provavelmente. Ainda mais com a morte a seguindo. De perto.''
Eu me identifiquei bastante com a Nasty, suas atitudes e seu modo de pensar são parecidos com os meus. A forma como a autora trouxe a vida a escuridão que vive dentro da Nasty é fascinante. Ela entrou de cabeça na personagem e descreveu otimamente bem a Nastasya. Pergunto-me como conseguiu viver por décadas do jeito que vivia antes de ir para os Estados Unidos. Apesar de que acho que todos temos escuridão dentro de nós. O estilo da Nastasya é admirável. Ela é divertida, birrenta, preguiçosa, irônica, sarcástica, mas ainda tem sentimentos. Bem estilo de pessoas ''revoltadas''.
Reyn é demais, assim que Nasty bateu os olhos nele e o achou um deus viking sabia que iria acontecer algo entre eles. Eu adoraria ter um Reyn na minha vida. Ele esconde seu próprio passado, não com a intenção de superar e sim por medo e vergonha das coisas que fez, isso o assusta. Quando Nasty voltou a sua real aparência foi a confirmação disso. Devorei com vontade - sem medo de assumir - a parte do celeiro em que eles se beijam e descobrem as decendências. Imagino-o bem bonito e com grande personalidade, mas ao mesmo tempo recuado em sua própria realidade.
Eu odiei a Nell, é literalmente irritante. Não porque a Nasty não goste dela, o jeito dela é falso. Parece que ela só sabe odiar a Nasty, adorei o final dela. Ficava se atirando para o Reyn, fazia as coisas e ainda tentava bancar a santinha da história. Já de cara desconfiei dela, o jeito dela é bem óbvio para vilã. Ainda se acha grande conhecedora do Reyn.
River é super na boa. Adorei o jeito calmo dela, e às vezes queria ser acalmada por ela. Lembrou-me a Francesca da série Fallen. Tem atitudes de ''mãezona''. Super bacana a ideia dela de construir a River's Edge, para imortais revoltados.
Inncy me irritou quando ele machucou o taxista - apesar dele ter sido rude e chato - não foi uma atitude legal. Imaginei-me de verdade no lugar da Nasty. Ele foi um estúpido e espero que se afaste da Nasty.
Eu adorei a capa do livro, ficou super criativa e linda, espetacular, maravilhosa, etc. Bem a cara da história mesmo, a floresta com a luz no final. Mostra que até na escuridão a uma luz que salva. A única coisa que me decepcionou - no começo - foi a espessura das folhas, eu pensei que tinham umas 300 páginas, mas só tem 279, é bem decepcionante, mas no fim é bom, porque você não tem que ficar separando as páginas finas e grudadas e não pula parte do livro, você não perde tempo e lê mais rápido.
Estou aguardando anciosamente o lançamento de Cair das Trevas.
Amada Imortal custa R$29,90 nas livrarias.

''Quando se vive por mais de quatrocentos anos, não é fácil se emocionar. Tudo é embotado, visto através de uma lente suja pelo tempo. Pelos erros. Pelas perdas... Nastasya passou as últimas décadas vivendo no limite. A próxima festa, o próximo golpe, um novo - e descartável - amor. Não se importa com ninguém. Não sente coisa alguma.
Até testemunhar seu melhor amigo, um imortal das trevas, torturar um homem. A vida precisa ser mais que isso, não? Qual o objetivo de existir para sempre, se não se é feliz? Em fuga numa espécie de retiro para os de sua espécie. A propósito, Nastasya não pode morrer. Bem, não como os humanos.
No entanto, paz é a última coisa que ela encontra ali. Em seu lugar, Nastasya acha o sexy Reyn, intrinsecamente ligado a uma história enterrada. Fundo. Há séculos. Um deus viking estranhamente familiar. Irritantemente perfeito. Quem é ele? E, pior, por que seu inconsciente insiste em vê-lo como um mostro do passado?
Agora, ela terá de aprender a lidar com o jovem... E com a própria vida. Ao mesmo tempo que precisa se esconder de seus antigos companheiros, descobrir a chave de seu poder e assumir o lugar como herdeira da magia de sua família. Complicado? Provavelmente. Ainda mais com a morte a seguindo. De perto.''
Eu me identifiquei bastante com a Nasty, suas atitudes e seu modo de pensar são parecidos com os meus. A forma como a autora trouxe a vida a escuridão que vive dentro da Nasty é fascinante. Ela entrou de cabeça na personagem e descreveu otimamente bem a Nastasya. Pergunto-me como conseguiu viver por décadas do jeito que vivia antes de ir para os Estados Unidos. Apesar de que acho que todos temos escuridão dentro de nós. O estilo da Nastasya é admirável. Ela é divertida, birrenta, preguiçosa, irônica, sarcástica, mas ainda tem sentimentos. Bem estilo de pessoas ''revoltadas''.
Reyn é demais, assim que Nasty bateu os olhos nele e o achou um deus viking sabia que iria acontecer algo entre eles. Eu adoraria ter um Reyn na minha vida. Ele esconde seu próprio passado, não com a intenção de superar e sim por medo e vergonha das coisas que fez, isso o assusta. Quando Nasty voltou a sua real aparência foi a confirmação disso. Devorei com vontade - sem medo de assumir - a parte do celeiro em que eles se beijam e descobrem as decendências. Imagino-o bem bonito e com grande personalidade, mas ao mesmo tempo recuado em sua própria realidade.
Eu odiei a Nell, é literalmente irritante. Não porque a Nasty não goste dela, o jeito dela é falso. Parece que ela só sabe odiar a Nasty, adorei o final dela. Ficava se atirando para o Reyn, fazia as coisas e ainda tentava bancar a santinha da história. Já de cara desconfiei dela, o jeito dela é bem óbvio para vilã. Ainda se acha grande conhecedora do Reyn.
River é super na boa. Adorei o jeito calmo dela, e às vezes queria ser acalmada por ela. Lembrou-me a Francesca da série Fallen. Tem atitudes de ''mãezona''. Super bacana a ideia dela de construir a River's Edge, para imortais revoltados.
Inncy me irritou quando ele machucou o taxista - apesar dele ter sido rude e chato - não foi uma atitude legal. Imaginei-me de verdade no lugar da Nasty. Ele foi um estúpido e espero que se afaste da Nasty.
Eu adorei a capa do livro, ficou super criativa e linda, espetacular, maravilhosa, etc. Bem a cara da história mesmo, a floresta com a luz no final. Mostra que até na escuridão a uma luz que salva. A única coisa que me decepcionou - no começo - foi a espessura das folhas, eu pensei que tinham umas 300 páginas, mas só tem 279, é bem decepcionante, mas no fim é bom, porque você não tem que ficar separando as páginas finas e grudadas e não pula parte do livro, você não perde tempo e lê mais rápido.
Estou aguardando anciosamente o lançamento de Cair das Trevas.
Amada Imortal custa R$29,90 nas livrarias.
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